É deixar o fluxo do Universo correr em suas veias, é soltar a sua Alma ao vento da sabedoria, para que ela te indique os caminhos a serem seguidos, sem controle, nem planejamento rígido, apenas o fluir…. como um anjo que voa, ou uma águia que plaina muito alto, e vê o horizonte, vê os caminhos traçados, enxerga o Todo, e não só apenas algumas partes..

Deixa, deixa o vento te dançar, te voar, e apenas sinta-o acariciar a sua face..

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Ontem foi dia, um ótimo dia!! É incrível quando você se posiciona, fala o que pensa, o que sente, mas fala centrado, do fundo da alma, do centro de você mesmo… é incrível como as pessoas ouvem! Ouvem não só com os ouvidos, mas com a alma, com a compreensão. Em vários aspectos eu resolvi me posicionar, colocar pra fora, e tive ótimo feedback, depois uma sensação gostosa de alívio, alma lavada, menos peso, tudo mais leve, aberto, com luz e calma.

Obrigada, obrigada, nunca um dia de Ação de Graça calhou tão bem!Image

Uma coisa que aprendi com minha terapeuta há muitos anos atrás, é que a vida anda em Espiral, e não em linha reta como pensamos.  Há sempre uma nova oportunidade para fazermos diferente, ousar, criar, rever posicionamentos, e assim se evolui. E se for seu destino, desígnio, missão, seja lá o que for, essas chances vão voltar, creia-me, com outras roupagens, disfarces, novas abordagens, mas você a reconhece, sente a sua essência, e a encara novamente…, você pergunta ‘é você de novo?’ e ela responde ‘não tenha medo, você consegue……’, e sorri amorosamente.

E quando você resolve rever todas as outras oportunidades que teve de fazer aquilo, os impedimentos, as desculpas, as inconveniências, percebe que a Espiral traz a nova chance remodelada, afinada de acordo com seus mais profundos desejos, e resolve não ser tão exigente com a nova chance que a vida te dá.  Santa Espiral!!!

Hello blog, I’m back!!!

Cada vez reafirmo mais meu desejo de fazer uma cerâmica com função, para ser usada, degustada, desfrutada e não apenas apreciada. Dirão os críticos: “Mas a Arte também não tem uma função?” Isso a gente debate depois… O que interessa agora é ver meus pássaros na função de servir pão de queijo!!! Lindinhos, não?

É incrível como quando estamos conectados com nossa alma, nossa mais profunda verdade interior, as coisas acontecem, fluem, as pessoas ‘certas’ são postas no nosso caminho, e as ideias vêm. “O santo baixa”.

O Universo está sempre ali, nós estamos eternamente também ali no Universo, tudo à disposição das conexões, das construções dos relacionamentos, das manifestações artísticas, tudo ali ao mesmo tempo. Alguns estão em outras dimensões, em outros países, outras casas. Mas estamos todos juntos, tudo misturado. O que percebo é que a nossa abertura e foco para determinados desejos acabam nos levando, uma hora ou outra, à concretização dos pensamentos, desde que você esteja aberto para isso, sem rancores, mágoas, desapegado, e pronto para o que der e vier.  Com uma profunda aceitação e aberto para a compreensão de qualquer resultado.

Quando fui pega de surpresa por minha professora, convidada a participar do Arte na Vila, veio aquele frio na barriga, sem saber por onde, mas com a certeza que tinha que começar, me lançar. E foi assim, de bowl em bowl, depois resolvi colocar uns passarinhos “à espreita”, criaturinhas que já havia pendurado em colares, tempos atrás; agora criavam vida, cada um com sua forma, seu querer, sua personalidade própria.

Uns curiosos, outros desconfiados, outros ainda fazendo-se de difíceis.  Assim como as pessoas… De repente, saiu um casal de peixes (!). E lá estavam, prontos a submergir no bowl.

Quando fui dar acabamento, veio a ideia – imprimir em cada peça uma qualidade de alma associada a um Floral de Bach. E assim foi…, fui seguindo minha pura intuição e as frases e palavras iam brotando, fui juntando cores aquareladas de fundo, e voilá!  Os deuses do Fogo e da Terra colaboraram, e tudo aconteceu. Meio sem querer, meio querendo….

O mais impressionante foi assistir à reação das pessoas às peças, e sobretudo às frases – elas tocaram na alma, e quase sempre ajudaram na decisão final da escolha. Foi (e é) mágico! Amazing! Isso só me dá motivação para fazer mais e mais, seguir em frente. E agradecer.

Tem dias que me falta cafeína, pra ‘pegar no tranco’, outros, um salgado pra dar um ‘up’. Às vezes, glicose..auto-indulgência total, do tipo ‘eu mereço’ e o resto que se ‘f…’

Tem outros que me faltam sons, risadas, colos, olhos brilhando. Mas os perfeitos são aqueles em que a sensação é de compleitude total, aqueles onde não me falta nada, perfeito equilíbrio emocional, sensação de preenchimento, de que tudo está ‘perfeito’, as coisas em seu lugar e a seu tempo, e nós toda a compreensão, uma grande angular de nossa vida nesse planeta ‘azulzinho’.

Esses dias-totalidade são raros, beeem mais raros, mas acontecem, e quando acontece o jeito é recarregar os pulmões, coração e alma, para termos combustível suficiente para os dias ‘missing’. Ale mons enfants!!

Dica de hoje – adicione um pauzinho de canela quando fizer seu capuccino, fica uma delícia!

Traduzindo literalmente do chinês, seria algo como Crise-Oportunidade, um mesmo ideograma que significa as duas coisas. Esse conceito já foi muito debatido e esmiuçado, mas nada como viver na própria pele. Sou testemunha de como algumas fases críticas da minha vida geraram novos horizontes, abriram novas alternativas e escolhas de vida, it’s amazing!!

Uma delas está ocorrendo desde há alguns meses, mas creio que já saí do olho do furacão. A ‘crise’ foi gerada por uma soma de contingências – começando pelo trânsito infernal da cidade de SP, principalmente na Raposo Tavares, que seria o caminho ‘natural’ da minha casa para o buxixo da cidade, o centro, onde as coisas ‘acontecem’. Passando também por uma maré baixa de trabalho, onde você acaba mudando mesmo de hábitos, como avaliar as opções de preço do mercado e escolher as mais baratas sem abrir mão de um mínimo de qualidade. Já se foi o tempo em que eu enchia meu carrinho de compras apenas com minhas marcas favoritas, sem nem mesmo olhar quanto custavam…

Bem, só a soma desses dois fatores me levaram a testar algumas alternativas proximas à minha casa, e como dizem naquela campanha da Pepsi – aliás muito bem sacada – Pode ser? Eu me descubri cheia de preconceitos, achando que os serviços oferecidos na vizinhança não se comparavam aos oferecidos nos bairros nobres, mas um dia fui experimentar, e gostei! Começou pela dentista, passou pela manicure, cabelereiro, mercadinhos, posto de gasolina, parque*, etc.

De repente, descobri o meu bairro! Essa é uma tendência que já foi descoberta há alguns anos atrás, pelas grandes redes de supermercado – cheguei até a fazer alguns estudos de pesquisa de opinião sobre o assunto. Assim, vislumbraram essas pequenas ‘aldeias’ de consumidores, que por não terem carro disponível ou morarem longe dos grandes centros, são impulsionados a consumirem ali mesmo na vizinhança, e deu-se início à proliferação dos ‘mercados de bairro’, ou ‘de vizinhança’, como Extra Fácil e Dia (da rede Carrefour).

Na verdade, para mim, é um tipo de volta às origens, pois eu vivi toda minha infância e adolescência na Penha, que por si só se completava, só precisávamos ir até a ‘cidade’ quando íamos a algum médico especialista…, no mais, o bairro era nossa pequena cidade, nossa tribo,  ou “comunidade”, como se chamam hoje de forma eufemística, as favelas.

Isso se fez mais forte nestas últimas semanas, quando fiquei sem carro, e comecei a andar a pé pelas ruas do bairro. E me invadiu uma sensação de intensa felicidade e independência. Sem falar na procura por viver uma vida mais SIMPLES, e de bem com o planeta.

Pois é, são as crises que nos levam a descobrir essas novas oportunidades, basta abrir os olhos e querer ver… por que não?

(*) Não deixem de visitar minha página http://cuxixo.wordpress.com para saber a quantas andam minhas descobertas pelas caminhadas do bairro!

Esta foi a minha peça de cerâmica favorita de 2011. Espero repetir o resultado outras vezes, em 2012. De tão bonita, não quis vender – não saberia estimar um preço, há coisas que não tem preço, no melhor estilo ‘mastercard’… Aí minha próf sugeriu que eu exibisse com o título ‘Acervo’…gostei! Voilá.

Foi feita em barro canadense, branco, em torno, a peça é toda coberta com underglaze preto, e depois o desenho é feito ‘cavando-se’ em volta das folhas (deu um trabalho danado!!), para aparecer a cor original do barro; depois de queimada, aplica-se esmalte transparente e vai ao forno novamente. A queima é em alta, em forno elétrico.

Acabo de abrir um outro blog!! Espero que todos meus seguidores assinem também o ‘Cuxixo‘.

Este VanVanEtc continua, claro, com todas suas propostas iniciais, e o novo tem um objetivo específico – registrar e comentar histórias reais, pedacinhos de vida que ouço durante minhas caminhadas matinais. Pequenas crônicas diurnas (ou quase) sobre assuntos que estão na boca do povo, que estão na cabeça e no horizonte das pessoas que moram aqui na vizinhança.

Ao longo do tempo, espero formar um panorama dos assuntos que movem o dia-a-dia dos moradores da minha cidade, do meu bairro, abrindo os olhos e ouvidos para essas histórias. E quem sabe muitas dessas também não sejam as suas histórias?

Minha mãe me ensinou a Ordem.  Só hoje em dia eu reconheço essa herança, e o quanto ela é importante. Durante muitos anos de minha infância e adolescência lutei contra isso, achando uma chatice…escutava mil vezes “Arrume seu quarto!”, e como eu não arrumava ela ia lá e arrumava…eu ficava possessa, uma invasão da minha privacidade, e aí eu fazia de propósito, deixava tudo bagunçado, talvez só para irritá-la, com um espírito de contravenção, revolução ou simples desobediência à ‘ordem’ estabelecida.

Minha mãe exagera um pouco, acho que ela deve ter uns traços beirando o ‘toc’. Lembro – e é assim até hoje – o armário de camisas de meu pai arrumado primeiro pelo comprimento das mangas, as compridas de um lado, as curtas de outro, ordenadas pela cor e seus matizes, primeiro as brancas, passando pelas beges e azuis claras, até as mais escuras. Eu gostava de fazer isso com a caixa de meus lápis de cor…já era alguma coisa, não? Mas meu guarda-roupa era uma bagunça!!

Um fim de semana com a minha sogra, que está apresentando alguns pré-sintomas de Alzheimer, bastou para que caísse a minha ficha.  É fácil relacionar a desordem mental dela com a sua desordem nos armários da cozinha, gavetas e guarda-roupa. As coisas misturadas, nada tem seu lugar certo, e por isso ela nunca acha nada…..

Nunca achei que fosse tão importante a gente ter cada coisa em seu lugar, e um lugar pra cada coisa…, não sei se é meu ascendente em Virgem que anda cada vez mais presente, mas confesso que ultimamente tenho tido alguns ‘ataques’ de organização caseira, alguns impulsos, como aquela vontade de comprar caixinhas, estantes e cestos depois que vi um catálogo da Ikea.  Espaços mínimos e tudo arrumadinho no lugar…., tudo lindinho…. nossa, acho que estou tendo uma recaída!

Acho que tudo isso tem forte relação também com o (baixo) grau de escolaridade e a educação que se recebe desde criança, “é de pequeno que se torce o pepino”, dizia uma amiga minha.  Cheguei em minha casa de praia e verifiquei que a caixa de talheres estava um bagunça, colheres misturadas com garfos e facas, tudo junto – fiquei inconformada! ‘Como alguém pode não perceber que cada espaço é para uma coisa? Será que a mãe dela (da faxineira) não ensinou isso pra ela?” Pelo menos isso minha mãe me ensinou – facas de um lado, colheres e garfos de outro, a ponto de eu poder achar um talher de olhos fechados. Na minha casa de praia isso era impossível, ontem! Quando eu era criança, minha mãe sabia me dizer direitinho onde achar uma coisa, do tipo “pega aquela caixinha amarela que está na gaveta de cima do lado esquerdo do guarda-roupa, embaixo da caixa de lenços do teu pai…”, eu ia lá e achava direitinho…

Aí conclui: a Ordem é útil, um mínimo que seja – e isso ajuda na nossa ordem mental e psicológica!! E quem sabe nos ajude a prevenir um futuro menos catastrófico em termos de memória e organização das tarefas cotidianas!! Vou correndo ver se minha gaveta de talheres está em ordem…

IMAGEM DO DIA

Mug made by Jennifer Falter

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