Acho que dois sentimentos principais estão por trás desses episódios:

  1. é o receio do futuro, das situações que teremos de enfrentar com a velhice de nossos pais, e como faremos isso, o trabalho que vai dar, a paciência necessária para conviver com eles, a preocupação que algo aconteça com minha sogra enquanto mora sozinha, etc.
  2. outra é como nós vamos chegar em nossa velhice, como vamos ficar, se vamos perder a noção das coisas, a memória, pois quer queira ou não, a gente acaba se espelhando em nossos pais…

Enfim, só o tempo dirá, e espero que vcs estejam por perto…, se eu ficar muito chata me avisem!!

O que resta é pensar no HOJE, no aqui e agora, no que podemos fazer pelos nossos cérebros para minimizar ao máximo as dificuldades.  Acho que o principal é..

– FAÇA DIFERENTE, dê ao seu cérebro mais dados, novas situações, diferentes caminhos, motivos diversos para quebrar a cabeça, encontrar soluções, para que ele esteja sempre desenvolvendo novas sinapses, novas associações, pois com o tempo ele vai se enriquecendo, vai somando APRENDIZADOS, experiências que vão sendo memorizadas, e aí, com mais repertório, ele fica mais ‘inteligente para decifrar novos dilemas.

Pra começar, pense que SABORES SÃO ESTIMULOS!! Experimente, prove uma cultura diferente através de sua culinária, estimule seu cérebro a reconhecer os sabores que te fazem bem, os que te fazem mal, pois disso depende a sua sobrevivência. 

E assim como você treina sua mente para distinguir o veneno da poção mágica, você pode treinar sua percepção e intuição para distinguir pessoas e sentimentos que TE FAZEM BEM,  dos que te fazem mal.  Fique com os primeiros!!

Só sei que desde a semana passada, resolvi experimentar TODOS OS SABORES do carrinho de sorvetes Rochinha, mesmo os mais improváves…, como abacate e amendoim!

Bjs, Vania.

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