Deu no New York Times: existem meios de abrir novas conexões em cérebros de meia-idade (meu caso, claro – pois pretendo viver até os cento e poucos… hehe).

Vindo de encontro às minhas reflexões sobre a memória e o que podemos fazer para treiná-la, avivá-la e mantê-la em boa forma, li hoje na FSP um artigo que fala exatamente sobre isso. Depois de algumas pesquisas científicas, descobriram que uma das formas para treinar o cérebro a se desenvolver é encarar DESAFIOS, sair da ‘zona de conforto’ e ‘sacudir as sinapses’, ou seja, FAZER DIFERENTE coisas que já estamos carecas de saber.

Compilo um trecho: “Se você sempre anda com quem você concorda e lê coisas que concordam com aquilo que você já sabe, você não vai brigar com suas conexões cerebrais estabelecidas”.

Por isso, recomenda o artigo, faça caminhos diferentes para chegar aos locais, estimule o seu cérebro a pensar ‘fora da caixa’, como se diz atualmente. ‘Brigue’ com suas sinapses, insista, não desista facilmente se uma coisa lhe parece muito complicada. E se você errou, comece tudo de novo!

Aprendi isso com a tabulação manual – grande escola.. – sou dessa época gente! Ao final de tabular uma pergunta enorme, com 15 cruzamentos (!) conferíamos 2 ou 3 vezes, se desse diferença, começávamos tudo de novo até achar o erro, nunca arrendondávamos as respostas, ou chutávamos um número para que a soma desse certo. Acho que isso também tem a ver com a Ética.

Mesma coisa com o bordado. Aprendi assim: se depois de bordar um pedação eu olho e vejo um ponto torcido milhas atrás…, apesar da preguiça – desmancho tudo e faço de novo. A satisfação final é bem maior, o prazer de ver a coisa bem feita, senão aquele pontinho defeituoso parece que sempre vai sobressair. Mania de perfeição? Pode ser.., talvez meu ascendente emVirgem esteja se manifestando..arre!

Aguardem mais notícias! Este realmente é um assunto que tem me interessado muito.., bjs. Van.

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