Inspirada pela Mina, começo a postar os itens da minha lista: ‘AS 10 COISAS QUE MAIS GOSTO DE FAZER”. 

Essa história de lista não tem fim, podemos criar várias..  As revistas e livros de auto-ajuda estão lotados desse tipo de coisa…, as ’10 pessoas mais ricas do mundo que não tem curso superior’, p.ex, a última da Forbes, se não me engano… (a Bundchen está lá, believe it or not!), as 10 coisas que mais emagrecem, as 10 mulheres mais gostosas do planeta, e por aí vai..

No meu caso, penso em váaaarias opções – dá assunto pra blog por mais de ano! Exemplo: as 10 coisas que me dão uma sensação de conforto, as 10 melhores comidas que o Heraldo sabe fazer (hummm, sei..), as 10 músicas que mais gosto de ouvir, e tem também as 10 coisas que mais me deixam ‘holly’ da vida (ref.floral na página acima). 

Adoro aquelas tiras (acho que é do Angeli): 2 coisas que adoro e 1 que odeio…

Bom, vamos lá aos meus TOP TEN!

1. Adoro fazer ponto cruz. Já pensei em ‘n’ razões para essa paixão, mas sabemos que paixões são irracionais.. Posso ficar horas bordando, só não fico mais porque o braço começa a doer..heheh – sinais do tempo.

Tenho predileção pelas temáticas Country e Garden, Kitchen também tem coisas fofas. Os desenhos que escolho me remetem a uma atmosfera caseira, aquela coisa de casa de vó, de casa de fazenda, família, sei lá…, dá pra sentir o cheiro do pão assado na hora e o do café fumegando… 

Esta é a última toalha de mão que fiz..

Adoro desenhar/bordar pequenas casinhas. Casinhas são nossos primeiros desenhos, quando crianças, não é mesmo? Refletem nossos primeiros vínculos e afeições, transmitem segurança, conforto, origem, abrigo das intempéries. 

Em geral, meus bordados trazem cenas bucólicas, com jeito de vida simples, coisas de ‘mulherzinha’ dizem, mas batem fundo no inconsciente coletivo das mulheres, incluindo as feministas e executivas senior! É uma espécie de nostalgia, aquela saudade gostosa, talvez de outras encadernações, ops.., quer dizer encarnações.

O bordado pra mim é uma espécie de meditação. A mente fica focada, e ao mesmo tempo, subliminarmente vai resolvendo coisas, pensando, refletindo, sem stress. Lembrei da minha mãe falando domingo passado que se ela não fizer tricô, fica ‘louca’. O trabalho manual, sem dúvida, é uma forma de acalmar a mente, relaxar, enquanto a gente dá asas para a criação, imaginação, e vai fornecendo conteúdo para novas sinapses.

Óh, vai ver que veio daí.., minha mãe era bordadeira de mão cheia quando adolescente. Devo ter herdado algum chip desse tipo! Obrigado mãe, bordar é super-cool!

Bjs, Van.

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