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Uma coisa que aprendi com minha terapeuta há muitos anos atrás, é que a vida anda em Espiral, e não em linha reta como pensamos.  Há sempre uma nova oportunidade para fazermos diferente, ousar, criar, rever posicionamentos, e assim se evolui. E se for seu destino, desígnio, missão, seja lá o que for, essas chances vão voltar, creia-me, com outras roupagens, disfarces, novas abordagens, mas você a reconhece, sente a sua essência, e a encara novamente…, você pergunta ‘é você de novo?’ e ela responde ‘não tenha medo, você consegue……’, e sorri amorosamente.

E quando você resolve rever todas as outras oportunidades que teve de fazer aquilo, os impedimentos, as desculpas, as inconveniências, percebe que a Espiral traz a nova chance remodelada, afinada de acordo com seus mais profundos desejos, e resolve não ser tão exigente com a nova chance que a vida te dá.  Santa Espiral!!!

Hello blog, I’m back!!!

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Tem dias que me falta cafeína, pra ‘pegar no tranco’, outros, um salgado pra dar um ‘up’. Às vezes, glicose..auto-indulgência total, do tipo ‘eu mereço’ e o resto que se ‘f…’

Tem outros que me faltam sons, risadas, colos, olhos brilhando. Mas os perfeitos são aqueles em que a sensação é de compleitude total, aqueles onde não me falta nada, perfeito equilíbrio emocional, sensação de preenchimento, de que tudo está ‘perfeito’, as coisas em seu lugar e a seu tempo, e nós toda a compreensão, uma grande angular de nossa vida nesse planeta ‘azulzinho’.

Esses dias-totalidade são raros, beeem mais raros, mas acontecem, e quando acontece o jeito é recarregar os pulmões, coração e alma, para termos combustível suficiente para os dias ‘missing’. Ale mons enfants!!

Dica de hoje – adicione um pauzinho de canela quando fizer seu capuccino, fica uma delícia!

Traduzindo literalmente do chinês, seria algo como Crise-Oportunidade, um mesmo ideograma que significa as duas coisas. Esse conceito já foi muito debatido e esmiuçado, mas nada como viver na própria pele. Sou testemunha de como algumas fases críticas da minha vida geraram novos horizontes, abriram novas alternativas e escolhas de vida, it’s amazing!!

Uma delas está ocorrendo desde há alguns meses, mas creio que já saí do olho do furacão. A ‘crise’ foi gerada por uma soma de contingências – começando pelo trânsito infernal da cidade de SP, principalmente na Raposo Tavares, que seria o caminho ‘natural’ da minha casa para o buxixo da cidade, o centro, onde as coisas ‘acontecem’. Passando também por uma maré baixa de trabalho, onde você acaba mudando mesmo de hábitos, como avaliar as opções de preço do mercado e escolher as mais baratas sem abrir mão de um mínimo de qualidade. Já se foi o tempo em que eu enchia meu carrinho de compras apenas com minhas marcas favoritas, sem nem mesmo olhar quanto custavam…

Bem, só a soma desses dois fatores me levaram a testar algumas alternativas proximas à minha casa, e como dizem naquela campanha da Pepsi – aliás muito bem sacada – Pode ser? Eu me descubri cheia de preconceitos, achando que os serviços oferecidos na vizinhança não se comparavam aos oferecidos nos bairros nobres, mas um dia fui experimentar, e gostei! Começou pela dentista, passou pela manicure, cabelereiro, mercadinhos, posto de gasolina, parque*, etc.

De repente, descobri o meu bairro! Essa é uma tendência que já foi descoberta há alguns anos atrás, pelas grandes redes de supermercado – cheguei até a fazer alguns estudos de pesquisa de opinião sobre o assunto. Assim, vislumbraram essas pequenas ‘aldeias’ de consumidores, que por não terem carro disponível ou morarem longe dos grandes centros, são impulsionados a consumirem ali mesmo na vizinhança, e deu-se início à proliferação dos ‘mercados de bairro’, ou ‘de vizinhança’, como Extra Fácil e Dia (da rede Carrefour).

Na verdade, para mim, é um tipo de volta às origens, pois eu vivi toda minha infância e adolescência na Penha, que por si só se completava, só precisávamos ir até a ‘cidade’ quando íamos a algum médico especialista…, no mais, o bairro era nossa pequena cidade, nossa tribo,  ou “comunidade”, como se chamam hoje de forma eufemística, as favelas.

Isso se fez mais forte nestas últimas semanas, quando fiquei sem carro, e comecei a andar a pé pelas ruas do bairro. E me invadiu uma sensação de intensa felicidade e independência. Sem falar na procura por viver uma vida mais SIMPLES, e de bem com o planeta.

Pois é, são as crises que nos levam a descobrir essas novas oportunidades, basta abrir os olhos e querer ver… por que não?

(*) Não deixem de visitar minha página http://cuxixo.wordpress.com para saber a quantas andam minhas descobertas pelas caminhadas do bairro!

Minha mãe me ensinou a Ordem.  Só hoje em dia eu reconheço essa herança, e o quanto ela é importante. Durante muitos anos de minha infância e adolescência lutei contra isso, achando uma chatice…escutava mil vezes “Arrume seu quarto!”, e como eu não arrumava ela ia lá e arrumava…eu ficava possessa, uma invasão da minha privacidade, e aí eu fazia de propósito, deixava tudo bagunçado, talvez só para irritá-la, com um espírito de contravenção, revolução ou simples desobediência à ‘ordem’ estabelecida.

Minha mãe exagera um pouco, acho que ela deve ter uns traços beirando o ‘toc’. Lembro – e é assim até hoje – o armário de camisas de meu pai arrumado primeiro pelo comprimento das mangas, as compridas de um lado, as curtas de outro, ordenadas pela cor e seus matizes, primeiro as brancas, passando pelas beges e azuis claras, até as mais escuras. Eu gostava de fazer isso com a caixa de meus lápis de cor…já era alguma coisa, não? Mas meu guarda-roupa era uma bagunça!!

Um fim de semana com a minha sogra, que está apresentando alguns pré-sintomas de Alzheimer, bastou para que caísse a minha ficha.  É fácil relacionar a desordem mental dela com a sua desordem nos armários da cozinha, gavetas e guarda-roupa. As coisas misturadas, nada tem seu lugar certo, e por isso ela nunca acha nada…..

Nunca achei que fosse tão importante a gente ter cada coisa em seu lugar, e um lugar pra cada coisa…, não sei se é meu ascendente em Virgem que anda cada vez mais presente, mas confesso que ultimamente tenho tido alguns ‘ataques’ de organização caseira, alguns impulsos, como aquela vontade de comprar caixinhas, estantes e cestos depois que vi um catálogo da Ikea.  Espaços mínimos e tudo arrumadinho no lugar…., tudo lindinho…. nossa, acho que estou tendo uma recaída!

Acho que tudo isso tem forte relação também com o (baixo) grau de escolaridade e a educação que se recebe desde criança, “é de pequeno que se torce o pepino”, dizia uma amiga minha.  Cheguei em minha casa de praia e verifiquei que a caixa de talheres estava um bagunça, colheres misturadas com garfos e facas, tudo junto – fiquei inconformada! ‘Como alguém pode não perceber que cada espaço é para uma coisa? Será que a mãe dela (da faxineira) não ensinou isso pra ela?” Pelo menos isso minha mãe me ensinou – facas de um lado, colheres e garfos de outro, a ponto de eu poder achar um talher de olhos fechados. Na minha casa de praia isso era impossível, ontem! Quando eu era criança, minha mãe sabia me dizer direitinho onde achar uma coisa, do tipo “pega aquela caixinha amarela que está na gaveta de cima do lado esquerdo do guarda-roupa, embaixo da caixa de lenços do teu pai…”, eu ia lá e achava direitinho…

Aí conclui: a Ordem é útil, um mínimo que seja – e isso ajuda na nossa ordem mental e psicológica!! E quem sabe nos ajude a prevenir um futuro menos catastrófico em termos de memória e organização das tarefas cotidianas!! Vou correndo ver se minha gaveta de talheres está em ordem…

Todos nós temos hobbies, passeios, passatempos, coisas que fazemos que nos dão um imenso prazer. Pode ser um almoço com um velho amigo, pescar horas a fio mesmo sem pegar nenhum peixe, caminhar a esmo, fazer compras quando se tem dinheiro sobrando… pode ser qualquer coisa. Os meus estão listados em alguns posts que já publiquei, entre eles – bordar ponto cruz.

As coisas que nos dão prazer pessoal podem não estar em voga, não dar status nem fama…., porém continuam sendo uma fonte repositora de energia. Bombardeados que somos pelo enxame de informação que recebemos a cada minuto, via facebook, email, sms, tv, jornal, rádio, etc etc e tal, temos nossos prazeres confrontados, e por vezes isso nos faz questionar hábitos e costumes, ficamos tentados a mudar, a pensar “quero fazer algo diferente..”, “seria bacana se eu também fizesse….”, e vai por aí a fora.

É curioso como se não seguimos as “últimas tendências” nos sentimos uma pessoa à parte, fora do grupo social ao qual tanto queremos pertencer. À parte do quê?, eu pergunto. Não sei, é apenas um sentimento de não-pertencimento, como se tivéssemos perdido o ‘bonde’, e atrás disso podem vir sintomas de menos valia, rejeição ou inferioridade. Em relação a quê? Ao grupo dos ‘bacanudos’, aqueles que estão na ‘crista da onda’ – o problema é que quando se chega “lá” – seja esse ‘lá’ onde quer que seja.. – o grupo seleto já está em outra, e você continua correndo atrás desse bonde, cujo ponto final não faz a menor ideia de onde se encontra.

Ufa! Essa dinâmica cansa. Acredito que um dos maiores desafios da era moderna é você ser feliz com o que tem, e sobretudo com o que é, com seus prazeres, modos e manias. Sou testemunha de algumas histórias. Se você persistir, continuar no SEU caminho, além de ser feliz, além do seu trabalho ser diferenciado e admirado, daqui a pouco vai ter um monte de gente atrás de você…hehehe. Mas a ideia não é essa; a ideia é manter a individualidade, a direção, o caminho, seja ele qual for.

No meio de tudo isso, continuo com o meu ponto cruz – apesar das tendências agora apontarem para o bordado ‘livre’, crochê, feltragem, e outros que tais, falando de trabalhos manuais… Continuo firme, porque me dá prazer, tranquilidade mental, introspecção, e ao mesmo tempo exerço a criatividade na escolha dos motivos, cores, matizes. Penso enquanto bordo, e vice-versa. Acho que a mesma lógica pode ser aplicada à qualquer área da vida.  Se você acredita em algo e gosta do que faz, se faz com amor e intenção, atitude, pode crer – não dê ouvido ao que os outros falam ou fazem, o importante é ser feliz!

Faz quase um ano que comecei a lista das 10 coisas que mais gosto de fazer, e ainda não terminei…, tá difícil escolher as derradeiras. Mas acho que consegui decidir pelo oitavo posto da lista: 8. Adoro caminhar na praia.

Para mim, caminhar na areia da praia é algo totalmente diferente do que caminhar numa trilha no meio do mato, no parque ou na cidade.  Sinto como se minha cabeça e minha alma estivessem passando por uma “faxina”, vou deixando tudo lá, conversando comigo mesma, vou limpando as “cracas” mentais e emocionais. Acabo a caminhada muito mais leve, feliz.

É um ritual que faz parte das minhas férias na praia, e a não ser naqueles dias chuvosos (que nestas férias, por sinal, foram muuuito frequentes por aqui), caminho todos os dias. Às vezes descalça, às vezes de tênis para conseguir passos mais largos e firmes, na areia macia, às vezes pela beirinha do mar. E gosto de caminhar cedo, porque não tenho aguentado sol muito forte na cabeça, mesmo com boné..

Não sei se é a conjunção mar-sol-areia que desemboca nessas sensações, mas sinto algo muito especial!  É nessa caminhada que consigo resolver um monte de coisas, estabelecer metas para o ano que começa, sonhar coisas possíveis e outras nem tanto, rever conceitos, ter insights. 

E além das compensações emocionais, tem as físicas também…me sinto bem, disposta, e parece que com o dever cumprido, ao menos alguma atividade física, para tentar manter o corpo em ordem…apesar dos brigadeiros e folhados de maçã que me tentam por aqui, a caminhada alivia um pouco a ‘culpa’…

Bom, apenas para recordar, até agora foram 8 as minhas atividades ‘top ten’, não necessariamente nessa ordem de preferência, mas apenas de postagem: Adoro…

1. Bordar ponto cruz

2. Comprar, usar e colecionar cadernos

3. Passear – e fazer comprinhas – no bairro da Liberdade (SP)

4. Cultivar suculentas

5. Andar de bicicleta

6. Dançar

7. Tomar chá

8. Caminhar na praia

9. e 10. ?? Ainda não decidi…., bjs por enquanto.

Dia 17/12 meu blog comemorou 1 ano de existência!! Foram 136 posts durante os últimos 12 meses, o que dá uma média de 1 post a cada 2,7 dias (eu e minha mania de estatística…), nada mal…. No começo os posts eram mais frequentes e no 2.o semestre rarearam, por falta de tempo ou assunto.

Mas estou feliz com ele, sinto uma sensação de liberdade plena, escrevo o que quero, como quero, sobre o que vier à telha. Quase sempre tenho uma proposta inicial e a desenvolvo conforme os parágrafos vão se delineando na tela. A coisa que menos me importa é se as pessoas vão gostar ou não, se concordam ou discordam.

É claro que é gostoso quando a gente recebe um comentário, pois a idéia é essa mesmo, compartilhar, cutucar, polemizar, desabafar. Mas quero dizer que não escrevo pensando na reação dos outros, ou em função de expectativas alheias, mas simplesmente pela degustação do ato de escrever em si, falar comigo mesma.

Bom, parabéns blog! Obrigada pela companhia durante esse ano. Prometo que vou investir mais tempo, me dedicar mais a você. Relendo alguns posts, vi que há tantas coisas por fazer, completar, dar continuidade ao assunto….espero sinceramente ter mais tempo para o blog e para as demais atividades extra-curriculares às quais me proponho, durante esse novo ano que se inicia!!

FELICÍSSIMO 2011 A TODOS MEUS COMPANHEIROS DESTA JORNADA, BJS! VAN.

Cada vez que leio mais sobre o assunto, mais me confesso adepta ao estilo ‘WABI SABI’. Estou falando grego? Não…é japonês!!

WABI SABI é uma escola estética que surgiu no Japão nos idos dos séculos XIV e XV, que cultiva tudo que é autêntico, reconhecendo 3 qualidades simples: “NADA DURA, NADA ESTÁ TERMINADO, E NADA É PERFEITO”.  Na minha visão, a proposta extrapola o conteúdo estético, se tornando uma filosofia de vida bastante atual.

A idéia confronta comportamentos típicos da sociedade ocidental contemporânea, e mais que tudo, na minha visão, contrapõe o ideal de perfeccionismo que assola a mídia e o subconsciente de muita gente.

Por que temos que ser perfeitos? ESSA É A PERGUNTA. Perfeitos na verdade, já nascemos – você já parou pra pensar na perfeição do corpo humano? Cérebro que processa trilhões de informações ao mesmo tempo que cuida da reposição de células mortas, regula a temperatura e a pressão arterial, os batimentos cardíacos, os movimentos peristálticos? E ainda fala, escuta, cheira…é muito trabalho gente… e nós nem nos damos conta disso…

Mas a ‘perfeição’ perseguida hoje em dia é outra: você precisa tirar notas boas na escola, se comportar, ser rápido, esperto, ser boa filha, uma amante excepcional, sempre pronta, entender de informática, falar no mínimo mais 2 línguas, ser uma profissional antenada, e ainda ser magra, com cabelos à la Gisele Bundechen, dentes brancos e perfeitos…vixe, a lista não acaba…..

WABI SABI propõe a aceitação de uma realidade aliada a suas ‘imperfeições’ naturais.  Quanto a isso, a cerâmica é uma grande escola!! Como digo sempre, ela nos aceita a conviver com os altos e baixos, aceitar as imperfeições, e olhar com outros olhos a peça que sai do forno, que apesar de não ser na-da daquilo que imagimos, é linda!

Baseando-se nesse conceito, fundamos um grupo com 9 ceramistas e começamos a estudá-lo, com a proposta de no ano que vem fazermos uma exposição construída a partir desses princípios.

Convido a todos para essa viagem! Mais detalhes sobre o nosso processo você pode acompanhar no blog do grupo rodaceramica.

WABI SABI não é a ausência de estética/beleza, mas é uma liberdade maior que está acima de valores estéticos como limpeza/ ordem/ liso/ sem textura/ sem rachadura, assim como é nosso dia-a-dia!  Há uns meses atrás a revista Trip publicou uma matéria sobre assunto, dê uma olhada!

Aqui, aguarde mais reflexões sobre o tema.

Rezar é sempre bom, independente do credo. Pode ser pro anjo da guarda, ou algum santo específico.  Ultimamente tenho até rezado bastante…as pessoas têm me indicado orações preciosas, inspiradoras.

Em geral a gente reza pra pedir alguma coisa, não é mesmo? O ideal seria rezar todos os dias para agradecer. Agradecer por estar viva, caminhando, ter comida, por acordar sob um céu azul, ou com aquela chuva tão esperada.

Ultimamente tenho rezado muito pedindo proteção. Proteção para a minha família, os meus amigos, os seres humanos, a Terra. Para que todos estejam bem, com saúde e felizes, tocando a vida pra frente.

Tenho particularmente algumas orações preferidas – entre elas, a Ave Maria. Como estudei durante 13 anos em colégio de freiras, aprendemos a oração até em latim…Ave Maria, gratia plena, dominus tecum, etc etc…

Ultimamente tenho recebido algumas orações bem bacanas por email, mas tem uma música do Jorge Ben Jor que acho uma oração das mais poderosas e interessantes. É a letra da música Jorge da Capadócia. Não sou devota específica desse santo, embora corinthiana…hehehe, mas o respeito muito.

Tenho repetido mentalmente o mantra da música, e sugiro para vocês adotarem a letra, na sua rotina. O interessante dessa música-oração é que ela não deseja o mal aos inimigos, mas que apenas não sejamos atingidas por eles..

Vejam a gravação primorosa na voz do meu querido Caetano!!

Trans-parente, trans-lúcida, trans-versa

Parede envidraçada através do qual tudo, ou quase tudo, se vê

O olho é a janela, através do qual se espia, se revela

Luz-cidez

Cada vez mais nítida, sem retoques

A verdade escancarada

Ou pressentida

Sem meio termo, contorno ou disfarce, sem mentira

O avesso do avesso de Caetano

E ainda me espanto com o espanto das pessoas

Os olhos estatelados, querendo fechar a cortina

Para quê? Se tudo é tâo efêmero, passageiro?

Nada mais para esconder, tudo para revelar

Vania

IMAGEM DO DIA

Mug made by Jennifer Falter

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